Como usar a Biblioteca de Risco
A Biblioteca de Risco reúne os cenários de risco e as baterias de teste de atenção que você pode usar nos seus monitoramentos. Ela tem dois tipos de conteúdo:
- Cenários da Dersalis: criados e mantidos pela equipe de ciência da Dersalis, com orientações de quando e como usar.
- Cenários da sua empresa: os que você ou outros gestores copiaram, ajustaram ou criaram.
Em vez de montar tudo do zero em cada monitoramento, você escolhe um cenário da biblioteca e adiciona ao monitoramento. Quando a Dersalis publica uma melhoria, você é avisado e decide quando atualizar.
1. Abra a Biblioteca de Risco
No menu superior da plataforma, clique em Biblioteca de Risco. A tela tem duas abas:
- Cenários de risco: detecção de condições como estresse térmico, fadiga ou homem caído.
- Baterias de teste: conjuntos de testes de atenção que o colaborador responde ao longo da jornada (veja Baterias de teste de atenção).
2. Encontre o cenário certo
Use a busca no topo para procurar pelo risco ou pela operação, por exemplo "fadiga", "motorista" ou "espaço confinado".
Para refinar a lista, use os Filtros ao lado:
| Filtro | O que faz |
|---|---|
| Origem | Mostra só os cenários da Dersalis ou só os da sua empresa. |
| Atalhos | Favoritos, cenários em uso nos seus monitoramentos e cenários com versão nova disponível. |
| Risco | O risco que o cenário ajuda a detectar. |
| Operação | O tipo de operação para a qual o cenário foi pensado. |
| Funciona com o sensor | Só os cenários que funcionam com o sensor que você usa. |
| Vertical | O segmento de atuação (por exemplo, mineração ou indústria). |
Você pode alternar entre a visualização em cartões e em lista, e ordenar por Mais usados.

Marque a estrela de um cenário para guardá-lo como favorito. Depois, use o atalho Favoritos para encontrá-lo rápido.
Cada cartão mostra o nome, a versão (por exemplo, v3), o risco, as operações indicadas e quantos monitoramentos já usam o cenário. Quando houver uma etiqueta Teste v4, existe uma versão em teste liberada para a sua empresa (veja o passo 4).
3. Entenda o cenário antes de usar
Clique no cartão para abrir o detalhe. No topo você vê o nome, os riscos, as verticais e a versão atual.

A tela tem quatro abas:
- Quando e como usar: o que o cenário detecta, quando usar, quando não usar, como agir quando o alerta chegar e exemplos. Leia esta aba primeiro.
- Configuração técnica: os gatilhos (como frequência cardíaca ou temperatura) e as configurações de alerta.
- Em uso: os monitoramentos da sua empresa que usam o cenário e em qual versão cada um está.
- Histórico de versões: o que mudou em cada versão e quando.


No painel Resumo (mais abaixo na tela) você confere a vertical, a origem, a operação e com quais sensores o cenário funciona. Se algum sensor ainda não envia os dados que o cenário usa, um aviso amarelo informa quais.
Nos cenários da Dersalis, o histórico mostra Equipe Dersalis como autoria das versões.
4. Use o cenário
Na tela de detalhe você tem três caminhos:
- Usar em um monitoramento: abre a criação de um novo monitoramento já com o cenário adicionado. Para adicionar a um monitoramento que já existe, veja Como adicionar cenários e baterias ao monitoramento.
- Copiar para minha empresa: cria uma cópia só sua, que você pode ajustar sem mexer no original. Veja Como criar e editar um cenário de risco.
- Favoritar: guarda o cenário nos seus favoritos.
Versões de teste
Às vezes a Dersalis libera uma versão de teste de um cenário para empresas específicas, para validar uma melhoria antes de torná-la padrão. Nesse caso, o detalhe mostra o aviso "Existe uma versão de teste liberada para a sua empresa" e o conteúdo exibido continua sendo o da versão atual. Para experimentar a nova versão, clique em Usar a vX de teste.
Dicas
- Leia sempre Quando não usar. Isso evita escolher um cenário que não combina com a função do colaborador.
- Se a sua operação precisa de limites diferentes dos do cenário, copie o cenário e ajuste a cópia, em vez de criar um do zero.
- Combine com o time de saúde ocupacional quem trata o alerta e quais são as ações corretivas, como descrito em Cenários de Risco.