Objetivo deste artigo
Este artigo orienta o parceiro sobre como configurar inicialmente monitoramentos, cenários de risco e gatilhos na plataforma Dersalis/BioLink.
Use este guia para iniciar a operação do cliente com uma configuração simples, recomendada e validável, evitando customizações prematuras que possam dificultar a implantação, o treinamento, a interpretação dos dados e o suporte inicial.
Este artigo reúne:
o conceito de configuração inicial recomendada;
o modelo de monitoramento inicial;
os cenários de risco recomendados;
os campos que devem ser preenchidos em cada cenário;
orientações sobre quais cenários ativar no início;
cuidados para evitar complexidade desnecessária;
validações mínimas antes do primeiro uso.
O que entra nesta configuração inicial
Neste artigo, configuração inicial se refere principalmente a:
monitoramentos;
cenários de risco;
gatilhos;
ocorrência mínima;
intensidade inicial de risco;
condição de agravamento;
necessidade de tratativa;
regras de encerramento;
alertas ao colaborador;
notificações e tratativas via WhatsApp, quando aplicável;
responsáveis pelo acompanhamento e resposta.
Esses elementos determinam como a plataforma identifica situações de atenção, gera incidentes e orienta respostas operacionais.
Por isso, eles devem começar de forma padronizada e só ser alterados quando houver motivo operacional claro.
Regra principal
Na implantação inicial, use uma configuração simples e recomendada. Evite criar variações, combinações complexas ou ajustes finos antes da operação gerar experiência real de uso.
O parceiro não deve configurar todos os cenários possíveis apenas porque a plataforma permite.
A primeira etapa deve validar se:
a operação consegue usar os dispositivos corretamente;
os dados chegam à plataforma;
os incidentes são gerados conforme esperado;
os responsáveis entendem como agir;
o cliente consegue acompanhar e tratar os eventos;
o suporte inicial consegue interpretar o que está acontecendo.
Customizações devem vir depois da experiência real de operação, salvo quando forem obrigatórias para o funcionamento do projeto e validadas previamente com a Dersalis.
Por que começar com uma configuração recomendada
Começar com uma configuração recomendada ajuda a:
reduzir complexidade na implantação;
facilitar o treinamento do cliente;
facilitar o treinamento dos operadores;
melhorar a qualidade do suporte inicial;
evitar incidentes gerados por configurações mal compreendidas;
reduzir falsas interpretações de alertas;
comparar resultados entre operações;
identificar problemas reais de uso antes de alterar regras;
permitir que customizações sejam feitas com base em dados reais.
A configuração inicial não precisa representar todas as possibilidades do sistema. Ela precisa permitir que o cliente comece com clareza.
Antes de configurar
Antes de configurar monitoramentos e cenários de risco, confirme se os itens abaixo já estão definidos:
caso de uso do cliente;
operação inicial que será monitorada;
grupo inicial de operadores;
dispositivos utilizados;
responsáveis pelo acompanhamento;
responsáveis por responder incidentes;
canal de suporte;
necessidade ou não de tratativa via WhatsApp;
protocolo inicial de resposta;
limitações técnicas ou operacionais conhecidas.
Se esses pontos ainda não estiverem claros, não avance para uma configuração complexa.
1. Criar ou validar o monitoramento inicial
O monitoramento representa o escopo operacional que será acompanhado pela plataforma.
Na implantação inicial, recomenda-se criar um monitoramento com escopo claro e limitado.
O monitoramento inicial deve definir:
nome do monitoramento;
operação, unidade ou grupo acompanhado;
público monitorado;
período ou turno de uso, quando aplicável;
dispositivos utilizados;
cenários de risco associados;
responsáveis pelo acompanhamento;
forma de resposta aos incidentes.
Nome do monitoramento
Use nomes simples e operacionais, que facilitem identificação pelo parceiro, cliente e suporte.
Modelo recomendado:
[Unidade/Operação] - [Grupo ou Turno]
Exemplos:
Operação Logística - Turno Dia
Motoristas - Turno Noite
Evite nomes genéricos como:
Teste
Monitoramento 1
Operação
Cliente
Piloto
Nomes genéricos dificultam suporte, análise e manutenção futura.
Escopo do monitoramento inicial
No início, o monitoramento deve ter escopo reduzido.
Prefira começar com:
uma operação;
uma unidade;
um turno;
um grupo limitado de operadores;
um conjunto inicial de cenários de risco;
um protocolo de resposta claro.
Evite começar com:
muitas unidades ao mesmo tempo;
todos os turnos;
múltiplas operações diferentes;
muitos grupos com regras distintas;
muitos cenários customizados;
regras diferentes para cada equipe.
A implantação inicial deve favorecer aprendizado e estabilidade, não abrangência máxima.
2. Definir cenários de risco iniciais
Cenários de risco são configurações que definem situações que a plataforma deve identificar e transformar em incidentes, alertas ou fluxos de resposta.
Na implantação inicial, recomenda-se começar apenas com os cenários necessários para o caso de uso contratado.
O parceiro não deve criar cenários adicionais apenas porque a plataforma permite. Cada cenário precisa ter:
objetivo claro;
gatilho associado;
nível de risco coerente;
resposta operacional esperada;
responsável definido;
critério de tratativa, quando aplicável.
Cenários recomendados para implantação inicial
A lista abaixo é um modelo para preenchimento. Ajuste os valores conforme orientação da Dersalis e conforme o caso de uso do projeto.
Cenário 1: Fadiga
Quando usar
Use quando o caso de uso envolver risco de fadiga, sonolência, baixa atenção ou degradação do estado fisiológico durante a jornada.
Gatilho principal
Fadiga.
Configuração inicial recomendada
Nome do cenário: Fadiga
Gatilho associado: Fadiga
Ocorrência mínima: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Intensidade inicial de risco: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Condição de agravamento: [PREENCHER REGRA PADRÃO]
Necessita tratativa: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Encerramento automático: [PREENCHER PADRÃO]
Alerta ao colaborador: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Notificação via WhatsApp: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Responsável pela tratativa: [PREENCHER PAPEL PADRÃO]
Observação
Esse cenário deve ser configurado apenas quando houver clareza sobre quem acompanhará os alertas e qual resposta operacional será esperada.
Cenário 2: Frequência cardíaca
Quando usar
Use quando o caso de uso envolver acompanhamento de esforço fisiológico, sobrecarga, resposta cardiovascular ou alterações relevantes de frequência cardíaca durante a jornada.
Gatilho principal
Frequência cardíaca.
Configuração inicial recomendada
Nome do cenário: Frequência cardíaca
Gatilho associado: Frequência cardíaca
Ocorrência mínima: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Intensidade inicial de risco: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Condição de agravamento: [PREENCHER REGRA PADRÃO]
Necessita tratativa: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Encerramento automático: [PREENCHER PADRÃO]
Alerta ao colaborador: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Notificação via WhatsApp: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Responsável pela tratativa: [PREENCHER PAPEL PADRÃO]
Observação
Evite alterar limiares ou regras fisiológicas sem validação da Dersalis. Mudanças nesse gatilho podem afetar diretamente a interpretação dos incidentes.
Cenário 3: Estresse térmico
Quando usar
Use quando o caso de uso envolver exposição a calor, ambiente quente, esforço físico em temperatura elevada ou necessidade de acompanhar risco relacionado a estresse térmico.
Gatilho principal
Estresse térmico.
Configuração inicial recomendada
Nome do cenário: Estresse térmico
Gatilho associado: Estresse térmico
Ocorrência mínima: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Intensidade inicial de risco: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Condição de agravamento: [PREENCHER REGRA PADRÃO]
Necessita tratativa: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Encerramento automático: [PREENCHER PADRÃO]
Alerta ao colaborador: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Notificação via WhatsApp: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Responsável pela tratativa: [PREENCHER PAPEL PADRÃO]
Observação
Esse cenário deve ser usado quando houver coerência entre ambiente, exposição e protocolo de resposta do cliente.
Cenário 4: Movimentação
Quando usar
Use quando o caso de uso envolver análise de movimentação, inatividade, atividade física, comportamento operacional ou apoio à identificação de padrões de uso durante a jornada.
Gatilho principal
Movimentação.
Configuração inicial recomendada
Nome do cenário: Movimentação
Gatilho associado: Movimentação
Ocorrência mínima: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Intensidade inicial de risco: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Condição de agravamento: [PREENCHER REGRA PADRÃO]
Necessita tratativa: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Encerramento automático: [PREENCHER PADRÃO]
Alerta ao colaborador: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Notificação via WhatsApp: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Responsável pela tratativa: [PREENCHER PAPEL PADRÃO]
Observação
Esse gatilho deve ser configurado com cuidado para evitar interpretações incorretas sobre produtividade. O foco deve ser segurança, saúde operacional e resposta a risco, não controle individual de desempenho.
Cenário 5: Temperatura periférica
Quando usar
Use quando o caso de uso envolver acompanhamento de variações fisiológicas relacionadas à temperatura periférica e quando a Dersalis validar sua aplicação no projeto.
Gatilho principal
Temperatura periférica.
Configuração inicial recomendada
Nome do cenário: Temperatura periférica
Gatilho associado: Temperatura periférica
Ocorrência mínima: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Intensidade inicial de risco: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Condição de agravamento: [PREENCHER REGRA PADRÃO]
Necessita tratativa: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Encerramento automático: [PREENCHER PADRÃO]
Alerta ao colaborador: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Notificação via WhatsApp: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Responsável pela tratativa: [PREENCHER PAPEL PADRÃO]
Observação
Use apenas quando esse gatilho fizer parte do caso de uso validado. Não ative por padrão sem necessidade operacional clara.
Cenário 6: Gasto energético
Quando usar
Use quando o caso de uso envolver acompanhamento de esforço acumulado, carga física, atividades intensas ou limites de gasto energético durante a jornada.
Gatilho principal
Limites de gasto energético.
Configuração inicial recomendada
Nome do cenário: Gasto energético
Gatilho associado: Limites de gasto energético
Ocorrência mínima: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Intensidade inicial de risco: [PREENCHER VALOR PADRÃO]
Condição de agravamento: [PREENCHER REGRA PADRÃO]
Necessita tratativa: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Encerramento automático: [PREENCHER PADRÃO]
Alerta ao colaborador: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Notificação via WhatsApp: [SIM/NÃO - PREENCHER PADRÃO]
Responsável pela tratativa: [PREENCHER PAPEL PADRÃO]
Observação
Use quando o esforço físico acumulado for relevante para a operação e houver clareza sobre como o cliente responderá aos incidentes.
Como escolher quais cenários ativar no início
Na implantação inicial, escolha apenas os cenários relacionados ao problema principal do cliente.
Operação com foco em fadiga ou sonolência
Configuração inicial sugerida:
Fadiga;
Frequência cardíaca, se fizer parte do protocolo validado;
Movimentação, se fizer sentido para o caso.
Operação com foco em esforço físico ou carga operacional
Configuração inicial sugerida:
Frequência cardíaca;
Gasto energético;
Movimentação;
Estresse térmico, se houver exposição relevante.
Operação com foco em ambiente quente ou exposição térmica
Configuração inicial sugerida:
Estresse térmico;
Frequência cardíaca;
Temperatura periférica, se validado pela Dersalis.
Operação piloto inicial sem histórico suficiente
Configuração inicial sugerida:
começar com poucos cenários;
priorizar o principal risco operacional;
evitar combinações complexas;
revisar após os primeiros ciclos de uso.
Os exemplos acima são orientativos. A configuração final deve seguir a recomendação da Dersalis para cada projeto.
3. Aplicar os parâmetros definidos para cada cenário
Depois de escolher os cenários iniciais, o parceiro deve preencher os campos de cada cenário conforme os parâmetros recomendados pela Dersalis.
Os campos de configuração incluem, quando aplicável:
gatilho associado;
ocorrência mínima;
intensidade inicial de risco;
condição de agravamento;
necessidade de tratativa;
regra de encerramento;
alerta ao colaborador;
notificação via WhatsApp;
responsável pela tratativa.
Os valores recomendados devem ser aplicados conforme a tabela de cenários deste artigo. O parceiro não deve alterar esses campos por preferência do cliente sem validação da Dersalis.
Para entender o significado de cada campo, consulte a documentação aberta sobre Cenários de risco [ADICIONAR LINK] e Como criar um cenário de risco [ADICIONAR LINK].
4. Aplicar a configuração na plataforma
A configuração deve ser aplicada na plataforma web da Dersalis.
De forma geral, o parceiro deve:
acessar a plataforma com o perfil adequado;
localizar o monitoramento do cliente;
criar ou editar o cenário de risco;
selecionar o gatilho correspondente;
preencher os campos conforme os parâmetros recomendados;
revisar as condições de ocorrência e agravamento;
configurar tratativa e notificação quando aplicável;
salvar o cenário;
validar se o cenário ficou associado ao monitoramento correto;
registrar qualquer exceção aplicada.
Se o parceiro não tiver permissão para alterar monitoramentos ou cenários de risco, deve acionar a Dersalis ou o administrador responsável.
5. Validar a configuração aplicada
Depois de configurar monitoramento, cenários e gatilhos, o parceiro deve validar se a configuração está pronta para uso.
Confirme:
o monitoramento correto foi configurado;
os cenários esperados estão ativos;
cada cenário possui gatilho associado;
os parâmetros foram preenchidos;
os níveis de risco estão coerentes;
as condições de agravamento foram revisadas;
a necessidade de tratativa está correta;
as notificações via WhatsApp estão alinhadas ao protocolo;
os alertas ao colaborador estão alinhados ao protocolo;
responsáveis por tratativa foram definidos;
nenhuma customização sensível foi aplicada sem validação;
exceções foram registradas.
O que não customizar no início
Na implantação inicial, evite:
criar muitos cenários de risco;
criar cenários sem resposta operacional definida;
combinar vários gatilhos sem validação;
alterar limiares fisiológicos;
alterar regras de agravamento;
alterar regras de encerramento;
ativar todos os gatilhos disponíveis;
criar cenários diferentes para cada equipe;
mudar níveis de intensidade por preferência do cliente;
configurar WhatsApp sem responsável claro pela tratativa;
tratar pedido do cliente como regra técnica sem validação.
Para mais detalhes, consulte Configurações que não devem ser alteradas no início [ADICIONAR LINK].
Como explicar ao cliente
Use uma explicação simples:
Para começar, vamos utilizar uma configuração inicial recomendada de monitoramento e cenários de risco. Isso permite validar o uso dos dispositivos, a chegada dos dados, a geração de incidentes e a resposta da operação antes de criar customizações. Depois dos primeiros ciclos de uso real, podemos revisar se algum cenário, gatilho ou parâmetro precisa ser ajustado.
Essa abordagem reduz ansiedade do cliente e evita discussões prematuras sobre detalhes que ainda não foram testados na operação real.
Quando revisar os parâmetros
Os parâmetros podem ser revisados quando:
o primeiro uso já ocorreu;
há dados reais suficientes;
o cliente entende o funcionamento dos alertas;
a operação seguiu o protocolo definido;
surgiram dúvidas recorrentes;
houve incidentes com interpretação inadequada;
um cenário gerou alertas demais ou de menos;
a Dersalis validou a necessidade de ajuste;
o cliente apresentou requisito operacional concreto.
Não revise parâmetros apenas por opinião inicial ou desconforto com o conceito de alerta.
Como registrar alterações
Sempre que houver alteração em monitoramento, cenário ou gatilho, registre:
cliente;
operação;
monitoramento afetado;
cenário alterado;
gatilho alterado;
configuração anterior;
nova configuração;
motivo da alteração;
responsável pela solicitação;
responsável pela aprovação;
data da alteração;
impacto esperado;
se a Dersalis validou.
Para detalhes, consulte Como documentar exceções do cliente [ADICIONAR LINK].
Quando envolver a Dersalis
Envolva a Dersalis quando:
o cliente solicitar alteração de gatilho;
houver dúvida sobre cenário adequado;
o parceiro não souber qual valor aplicar;
o cliente pedir combinação de gatilhos;
houver mudança em intensidade, agravamento ou encerramento;
o cenário envolver risco fisiológico sensível;
o cliente pedir protocolo fora do padrão;
houver muitos alertas ou poucos alertas após o início;
a alteração puder impactar suporte, treinamento ou interpretação dos dados.
Ao acionar a Dersalis, envie:
cliente;
operação;
monitoramento;
cenário de risco;
gatilho;
configuração atual;
alteração solicitada;
motivo;
impacto esperado;
urgência;
evidências disponíveis.
Checklist antes de liberar a configuração inicial
Antes de liberar o monitoramento para primeiro uso, confirme:
monitoramento inicial criado;
escopo do monitoramento claro;
poucos cenários de risco ativos;
cada cenário tem objetivo definido;
cada cenário tem gatilho associado;
valores padrão preenchidos;
tratativas configuradas quando aplicável;
responsáveis por tratativas definidos;
notificações via WhatsApp alinhadas ao protocolo;
alertas ao colaborador alinhados ao protocolo;
nenhuma customização sensível aplicada sem validação;
exceções registradas;
cliente orientado sobre o início recomendado.
Resultado esperado
Ao final da configuração inicial, o parceiro deve ter um monitoramento simples e validável, com cenários de risco coerentes com o caso de uso e gatilhos configurados conforme recomendação da Dersalis.
O cliente deve conseguir iniciar a operação sem precisar entender todas as possibilidades da plataforma logo no começo.
Próximo passo
Depois de configurar os monitoramentos e cenários de risco iniciais, siga para Configurações que não devem ser alteradas no início [ADICIONAR LINK] para revisar quais parâmetros não devem ser modificados sem validação da Dersalis.
Resumo
A configuração inicial de monitoramentos e cenários de risco deve começar simples.
O parceiro deve configurar apenas os cenários relacionados ao caso de uso, usar gatilhos recomendados, preencher os parâmetros definidos, validar a configuração na plataforma e evitar customizações prematuras.
Alterações em gatilhos, intensidades, agravamentos, encerramentos ou combinações de cenários devem ser registradas e validadas com a Dersalis quando houver impacto operacional ou técnico.