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Preparação de dispositivos i.safe Mobile

Oriente parceiros sobre como preparar o smartwatch IS-SW1.1 da i.safe Mobile antes da entrega, treinamento ou primeiro uso com a Dersalis/BioLink.

Objetivo deste artigo

Este artigo orienta o parceiro sobre como preparar o smartwatch IS-SW1.1 da i.safe Mobile para uso com a solução Dersalis/BioLink.

Use este guia antes de entregar o dispositivo ao cliente, conduzir treinamento ou realizar o primeiro uso controlado.

Este artigo se aplica ao dispositivo atualmente homologado:

  • smartwatch IS-SW1.1 da i.safe Mobile.

Para validar requisitos gerais de conectividade, bateria e operação antes da preparação, consulte Requisitos de celular, sensor, Wi-Fi, Bluetooth e GPS [ADICIONAR LINK].

Antes de começar

O smartwatch IS-SW1.1 da i.safe Mobile é um dispositivo vestível com tela e conectividade próprias.

Diferente dos sensores Polar, ele não depende de um celular Android como interface operacional. A interação do usuário e a conectividade acontecem diretamente pelo próprio smartwatch, conforme o modelo definido para o projeto.

Na prática, o dispositivo pode concentrar:

  • uso vestível durante a jornada;

  • interação com o operador;

  • exibição de informações;

  • conectividade;

  • transmissão de dados;

  • fluxo operacional definido para a implantação.

Responsabilidade do parceiro

Em implantações via parceiro, o parceiro deve garantir que os dispositivos IS-SW1.1 estejam prontos antes de entregá-los ao cliente ou iniciar o treinamento.

Isso inclui:

  • conferir os dispositivos recebidos;

  • carregar os smartwatches;

  • identificar cada dispositivo;

  • validar funcionamento da tela;

  • validar conectividade;

  • confirmar configuração inicial;

  • testar transmissão de dados;

  • orientar o cliente sobre carga, guarda e uso;

  • registrar pendências antes do primeiro uso.

O cliente não deve receber dispositivos sem teste mínimo de funcionamento.

Etapa 1: conferir os dispositivos recebidos

Ao receber os smartwatches, confira:

  • modelo do dispositivo;

  • quantidade recebida;

  • acessórios recebidos;

  • carregadores;

  • pulseiras;

  • estado físico dos dispositivos;

  • tela;

  • botões, quando aplicável;

  • identificação visual ou número de série;

  • sinais de dano, desgaste, mau contato ou falha aparente.

Se houver divergência de quantidade, modelo, acessórios ou estado físico, registre antes de avançar.

Etapa 2: identificar os dispositivos

Cada smartwatch deve ser fácil de identificar durante a implantação e operação.

A identificação pode ser feita por:

  • etiqueta;

  • código interno;

  • número de série;

  • nome definido para o projeto;

  • relação em planilha ou registro de controle.

A identificação é importante para evitar:

  • troca indevida entre operadores;

  • dificuldade de suporte;

  • perda de rastreabilidade;

  • confusão durante treinamento;

  • problemas de substituição;

  • dificuldade para relacionar dispositivo, cliente e operação.

Sempre que possível, mantenha um registro com:

  • identificação do dispositivo;

  • número de série;

  • cliente;

  • unidade ou operação;

  • status do dispositivo;

  • responsável pelo recebimento ou uso;

  • observações de suporte.

Etapa 3: carregar os smartwatches

Antes de qualquer teste ou entrega, carregue os dispositivos.

Boas práticas:

  • carregue os smartwatches antes do primeiro uso;

  • use os carregadores adequados;

  • confirme que o dispositivo está corretamente encaixado no carregador;

  • evite entregar dispositivos parcialmente descarregados;

  • defina rotina de carga ao fim de cada turno;

  • confirme quem será responsável por carregar os equipamentos;

  • confirme onde os equipamentos ficarão armazenados.

A rotina de carga precisa estar clara antes da operação real.

Etapa 4: validar funcionamento físico

Antes de configurar ou entregar o dispositivo, valide o funcionamento físico básico.

Confira:

  • tela ligando corretamente;

  • resposta ao toque, quando aplicável;

  • botões funcionando, quando aplicável;

  • pulseira em bom estado;

  • encaixe confortável no pulso;

  • carregamento funcionando;

  • ausência de danos visíveis;

  • identificação do dispositivo legível.

Se houver falha física, o dispositivo não deve ser usado em treinamento ou operação.

Etapa 5: validar conectividade

O IS-SW1.1 depende da conectividade configurada para o projeto.

Antes do primeiro uso, confirme:

  • rede configurada conforme o projeto;

  • conectividade disponível no local de teste;

  • ausência de bloqueios que impeçam transmissão;

  • dados chegando à plataforma;

  • comportamento adequado em condição próxima da operação real.

Quando a operação depender de acompanhamento em tempo real, a conectividade deve ser testada no ambiente de uso ou em condição equivalente.

Se houver sinal instável, bloqueio de rede ou falha de transmissão, a situação deve ser resolvida antes da entrega ao cliente.

Etapa 6: confirmar configuração inicial

Antes de liberar o dispositivo para uso, confirme se a configuração inicial do projeto foi aplicada.

Valide:

  • dispositivo associado ao cliente ou operação correta, quando aplicável;

  • parâmetros iniciais configurados;

  • fluxo de uso disponível no smartwatch;

  • idioma correto, quando aplicável;

  • acesso ou autenticação configurados, quando aplicável;

  • permissões necessárias habilitadas;

  • comunicação com a plataforma funcionando.

Se a configuração inicial ainda não estiver aplicada, o dispositivo não deve ser considerado pronto.

Etapa 7: testar fluxo operacional

O parceiro deve testar o fluxo básico previsto para o projeto antes do treinamento.

Durante o teste, confirme:

  • dispositivo liga corretamente;

  • operador consegue interagir com a tela;

  • fluxo de início de jornada funciona, quando aplicável;

  • dados são transmitidos;

  • informações aparecem na plataforma;

  • eventuais alertas ou mensagens aparecem conforme esperado;

  • pausa ou encerramento funciona, quando aplicável;

  • o ponto focal consegue verificar o uso na plataforma.

O objetivo é validar o caminho completo: dispositivo em uso, transmissão de dados e visualização na plataforma.

Etapa 8: validar uso no corpo

O smartwatch precisa ser usado corretamente para não comprometer a coleta e a experiência do operador.

Oriente que o dispositivo deve:

  • ficar firme no pulso;

  • permanecer confortável;

  • não ficar frouxo;

  • não interferir no uso de EPIs;

  • não atrapalhar a atividade operacional;

  • ser mantido durante a jornada conforme orientação do projeto;

  • ser retirado e armazenado corretamente ao fim do uso.

Se o dispositivo causar desconforto, interferir na rotina ou não puder ser usado com os EPIs necessários, o parceiro deve registrar o problema e avaliar com a Dersalis antes de avançar.

Etapa 9: definir rotina de carga, guarda e entrega

A operação precisa ter uma rotina clara para os smartwatches.

Defina com o cliente:

  • onde os dispositivos serão guardados;

  • quem entrega os dispositivos aos operadores;

  • quem recolhe ao fim do turno;

  • quem coloca para carregar;

  • quem confere carga antes do próximo uso;

  • como dispositivos com problema serão separados;

  • como dispositivos reserva serão usados, se houver;

  • quem deve ser avisado em caso de falha.

Sem rotina de carga e guarda, a operação tende a enfrentar problemas recorrentes no início da jornada.

Etapa 10: preparar orientação para operadores

Antes do treinamento, o parceiro deve preparar uma explicação simples para os operadores.

O operador deve saber:

  • por que usará o dispositivo;

  • como vestir o smartwatch;

  • como iniciar o uso, conforme o projeto;

  • como interagir com a tela;

  • o que fazer diante de mensagens ou alertas;

  • como pausar ou encerrar, quando aplicável;

  • como cuidar do dispositivo;

  • onde devolver o dispositivo ao fim da jornada;

  • quem procurar em caso de dúvida.

O treinamento deve ser prático e direto.

Checklist de preparação do IS-SW1.1

Antes de considerar o smartwatch pronto, confirme:

  • dispositivos recebidos e conferidos;

  • acessórios conferidos;

  • dispositivos identificados;

  • dispositivos carregados;

  • tela funcionando;

  • pulseira em bom estado;

  • conectividade configurada;

  • transmissão de dados testada;

  • configuração inicial aplicada;

  • fluxo operacional testado;

  • dados chegando à plataforma;

  • uso no corpo validado;

  • rotina de carga definida;

  • rotina de guarda definida;

  • orientação de operadores preparada;

  • ponto focal do cliente definido;

  • suporte de primeiro nível preparado.

Problemas comuns na preparação

Dispositivo não liga

Verifique:

  • carga do smartwatch;

  • encaixe no carregador;

  • carregador utilizado;

  • tempo mínimo de carregamento;

  • sinais de dano físico.

Dispositivo liga, mas não transmite dados

Verifique:

  • conectividade;

  • configuração inicial;

  • rede disponível;

  • associação ao cliente ou operação correta;

  • permissões ou acessos necessários;

  • se os dados aparecem após novo teste.

Tela não responde corretamente

Verifique:

  • se o dispositivo está travado;

  • se há dano aparente;

  • se o toque responde em outras telas;

  • se é necessário reiniciar o dispositivo;

  • se o problema ocorre em mais de um dispositivo.

Operador não consegue usar o fluxo

Verifique:

  • se o operador foi treinado;

  • se o fluxo está disponível no dispositivo;

  • se o idioma está adequado;

  • se a tela está respondendo;

  • se a operação está seguindo o procedimento correto.

Dados não aparecem na plataforma

Verifique:

  • se o dispositivo foi usado corretamente;

  • se a jornada ou fluxo aplicável foi iniciado;

  • se há conectividade;

  • se o dispositivo está associado corretamente;

  • se há atraso de sincronização;

  • se a plataforma está mostrando a operação correta.

Se o problema persistir após diagnóstico básico, acione a Dersalis.

O que evitar

Evite:

  • entregar smartwatch sem carga;

  • entregar dispositivo sem identificação;

  • iniciar treinamento sem testar transmissão de dados;

  • considerar o dispositivo pronto apenas porque liga;

  • ignorar falhas de conectividade;

  • não definir responsável por carga e guarda;

  • não validar se o dispositivo pode ser usado com EPIs;

  • deixar o cliente descobrir sozinho como operar o dispositivo;

  • escalar problema para a Dersalis sem testar carga, conectividade e configuração inicial.

Quando envolver a Dersalis

Envolva a Dersalis quando:

  • o dispositivo não transmite dados após verificações básicas;

  • há falha persistente de conectividade;

  • há comportamento inesperado no fluxo do smartwatch;

  • dados não chegam à plataforma após teste correto;

  • há dúvida sobre configuração inicial;

  • o dispositivo parece inadequado à operação;

  • o cliente relata incompatibilidade com EPI ou rotina operacional;

  • o parceiro não consegue validar o fluxo antes do primeiro uso;

  • há suspeita de defeito no dispositivo.

Ao acionar a Dersalis, envie:

  • cliente;

  • operação;

  • identificação do dispositivo;

  • descrição do problema;

  • horário do teste;

  • tipo de conectividade utilizada;

  • prints, fotos ou vídeos, se houver;

  • etapas já testadas;

  • impacto na implantação.

Resultado esperado

Ao final da preparação, o parceiro deve ter smartwatches IS-SW1.1 prontos para uso, com carga adequada, identificação, conectividade validada, configuração inicial aplicada, fluxo operacional testado e dados chegando à plataforma.

A operação só deve avançar para treinamento ou primeiro uso quando o dispositivo e a plataforma estiverem funcionando em conjunto.

Próximo passo

Depois de preparar os dispositivos i.safe Mobile, siga para Checklist técnico antes da entrega ao cliente [ADICIONAR LINK] para confirmar que todos os itens técnicos e operacionais estão prontos antes da entrega ou primeiro uso.

Resumo

O smartwatch IS-SW1.1 da i.safe Mobile deve ser preparado antes da entrega ao cliente.

O parceiro deve conferir, identificar, carregar, validar conectividade, confirmar configuração inicial, testar o fluxo operacional, orientar o uso correto e garantir que os dados cheguem à plataforma antes do primeiro uso real.

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