Objetivo deste artigo
Este artigo apresenta a sequência recomendada para implantar a Dersalis/BioLink em clientes atendidos por parceiros.
Use este guia como um mapa operacional da implantação. Ele indica a ordem das etapas, o que precisa estar concluído em cada uma e quais artigos consultar para executar os detalhes.
Para uma visão geral do processo, consulte Fluxo padrão de implantação via parceiro [ADICIONAR LINK].
Regra principal
A implantação via parceiro deve começar simples, com escopo claro, configuração recomendada e validação objetiva antes do primeiro uso.
O parceiro deve evitar que a implantação dependa de improviso ou de customizações feitas antes da operação entender o uso real da solução.
Visão geral das etapas
A implantação via parceiro deve seguir esta sequência:
Confirmar escopo da implantação
Definir responsáveis
Coletar informações do cliente
Validar dispositivos e requisitos técnicos
Preparar dispositivos
Aplicar configuração inicial recomendada
Validar cadastros e acessos
Executar teste técnico
Treinar cliente e operadores
Realizar primeiro uso controlado
Acompanhar primeiros dias
Registrar pendências
Declarar implantação concluída
Cada etapa deve ser concluída ou registrada antes de avançar.
1. Confirmar escopo da implantação
Antes de iniciar, o parceiro deve confirmar exatamente o que será implantado.
Nesta etapa, deve estar claro:
qual cliente será implantado;
qual unidade, operação, grupo ou turno fará parte do início;
qual caso de uso foi contratado;
quantos operadores participarão inicialmente;
quais dispositivos serão utilizados;
se haverá celular Android em modo totem ou celular corporativo;
se haverá tratativas via WhatsApp;
qual será a data prevista para treinamento e primeiro uso.
Se o escopo ainda estiver indefinido, a implantação não deve avançar.
2. Definir responsáveis
A implantação precisa ter responsáveis definidos no parceiro, no cliente e, quando necessário, na Dersalis.
Defina:
responsável principal do parceiro;
responsável técnico do parceiro;
ponto focal do cliente;
responsável pela operação no cliente;
responsável por SSMA, saúde ocupacional, supervisão ou torre de controle, quando aplicável;
responsável por acompanhar e tratar incidentes;
responsável por dispositivos, carga e guarda;
canal de comunicação do projeto.
O cliente precisa saber quem acionar, e o parceiro precisa saber quem pode tomar decisões do lado do cliente.
3. Coletar informações do cliente
Antes de configurar ou preparar dispositivos, o parceiro deve coletar as informações necessárias para a implantação.
Nesta etapa, devem estar disponíveis:
dados da empresa cliente;
unidade ou operação;
lista inicial de operadores;
matrículas ou identificadores, quando aplicável;
gestores, supervisores e pontos focais;
turnos ou períodos de operação;
tipo e quantidade de dispositivos;
restrições de conectividade;
necessidade de GPS, quando aplicável;
telefones para tratativas via WhatsApp, quando aplicável;
protocolo inicial de resposta a incidentes.
Para a lista detalhada, consulte Informações que o parceiro deve coletar do cliente [ADICIONAR LINK].
4. Validar dispositivos e requisitos técnicos
Antes de qualquer treinamento ou primeiro uso, o parceiro deve confirmar se os dispositivos e requisitos técnicos são adequados.
Nesta etapa, valide:
dispositivo homologado definido;
necessidade ou não de celular Android;
Bluetooth, Wi-Fi, rede móvel e GPS, quando aplicável;
requisitos de Android, quando o celular for corporativo do cliente;
MDM/Hexnode, quando houver celular em modo totem;
bateria e rotina de carga;
conectividade no ambiente de uso;
suporte de primeiro nível para falhas básicas.
Para detalhes, consulte:
Como escolher o dispositivo adequado para a operação [ADICIONAR LINK]
Requisitos de celular, sensor, Wi-Fi, Bluetooth e GPS [ADICIONAR LINK]
5. Preparar dispositivos
Depois de validar o modelo técnico, o parceiro deve preparar os dispositivos antes da entrega, treinamento ou primeiro uso.
Nesta etapa, confirme:
dispositivos recebidos e conferidos;
dispositivos identificados;
dispositivos carregados;
conexão testada;
App Dersalis validado, quando aplicável;
Hexnode validado, quando aplicável;
dados chegando à plataforma;
rotina de carga, guarda e entrega definida.
Para detalhes, consulte:
Preparação de dispositivos Polar [ADICIONAR LINK]
Preparação de dispositivos i.safe Mobile [ADICIONAR LINK]
Como configurar celular Android em modo totem com Hexnode [ADICIONAR LINK]
Checklist técnico antes da entrega ao cliente [ADICIONAR LINK]
6. Aplicar configuração inicial recomendada
A configuração inicial deve seguir o padrão recomendado pela Dersalis.
Nesta etapa, o parceiro deve configurar ou validar:
monitoramento inicial;
nome do monitoramento conforme padrão definido;
escopo do monitoramento;
cenários de risco necessários para o caso de uso;
gatilhos associados;
tratativas e notificações, quando aplicável;
responsáveis por acompanhar incidentes.
Evite criar muitos cenários ou customizações antes do primeiro uso.
Para detalhes, consulte Configuração inicial de monitoramentos e cenários de risco [ADICIONAR LINK].
7. Validar cadastros e acessos
Além da configuração inicial, a operação precisa ter os cadastros básicos prontos para uso.
Nesta etapa, confirme:
empresa cliente criada ou disponível;
gestores cadastrados;
permissões adequadas;
equipes criadas, quando aplicável;
colaboradores ou operadores cadastrados;
matrículas ou identificadores corretos;
chaves de acesso configuradas, quando aplicável;
monitoramentos associados corretamente.
O objetivo é evitar falhas por erro de cadastro, permissão ou identificação.
Para detalhes, consulte:
Informações que o parceiro deve coletar do cliente [ADICIONAR LINK]
Como criar e configurar a empresa cliente [ADICIONAR LINK]
Como cadastrar operadores e gestores [ADICIONAR LINK]
8. Executar teste técnico
Antes de treinar ou iniciar a operação, execute um teste de ponta a ponta.
O teste deve confirmar:
dispositivo liga e está carregado;
app ou smartwatch funciona;
operador de teste consegue iniciar jornada;
sensor ou dispositivo conecta corretamente;
dados chegam à plataforma;
monitoramento correto recebe os dados;
gestor ou ponto focal consegue visualizar informações;
pausa ou encerramento funciona, quando aplicável;
WhatsApp/tratativa funciona, quando aplicável.
Se o teste falhar, corrija antes do treinamento ou do primeiro uso.
Para detalhes, consulte Checklist técnico antes da entrega ao cliente [ADICIONAR LINK].
9. Treinar cliente e operadores
O treinamento deve ser separado por público.
O cliente deve entender:
objetivo da solução;
escopo inicial;
como acompanhar a operação;
como interpretar incidentes;
como realizar tratativas;
quem responde por cada etapa;
quem acionar em caso de dúvida.
Os operadores devem entender:
por que usarão a solução;
como usar o sensor ou smartwatch;
como iniciar jornada;
como ajustar o sensor;
como agir se houver falha de conexão;
como pausar ou encerrar, quando aplicável;
o que fazer ao receber alertas.
Para detalhes, consulte:
Como conduzir o treinamento do cliente [ADICIONAR LINK]
Como conduzir o treinamento de operadores [ADICIONAR LINK]
10. Realizar primeiro uso controlado
O primeiro uso deve ser acompanhado pelo parceiro ou por um ponto focal treinado.
Durante o primeiro uso, acompanhe:
início de jornada;
uso correto dos dispositivos;
conexão dos sensores;
chegada de dados à plataforma;
entendimento do cliente sobre a visualização;
incidentes ou alertas gerados;
resposta a incidentes;
dúvidas recorrentes;
falhas de conectividade;
necessidade de reforço de treinamento.
O primeiro uso serve para validar a rotina real, não apenas para confirmar que o sistema está disponível.
11. Acompanhar primeiros dias
Após o primeiro uso, o parceiro deve acompanhar a operação inicial.
Observe:
adesão dos operadores;
uso correto dos dispositivos;
recorrência de falhas;
qualidade dos dados;
entendimento dos alertas;
resposta da supervisão;
uso das tratativas;
dúvidas do cliente;
necessidade de reforço de treinamento;
possíveis solicitações de customização.
Não altere parâmetros no primeiro problema. Primeiro identifique se a causa é treinamento, dispositivo, conectividade, cadastro, configuração ou processo operacional.
Para detalhes, consulte Como acompanhar a primeira semana [ADICIONAR LINK].
12. Registrar pendências
Toda pendência deve ser registrada com responsável e próximo passo.
Registre:
descrição da pendência;
responsável;
impacto;
prazo;
se impede ou não a operação;
se depende do parceiro, cliente ou Dersalis;
status atual;
próxima ação.
Não deixe pendências críticas apenas em conversas informais.
13. Declarar implantação concluída
A implantação só deve ser considerada concluída quando houver critérios mínimos atendidos.
Critérios recomendados:
escopo inicial implantado;
dispositivos entregues e testados;
configuração inicial aplicada;
cadastros necessários validados;
treinamento do cliente realizado;
treinamento de operadores realizado;
primeiro uso executado;
dados visíveis na plataforma;
rotina de carga e guarda definida;
responsáveis por incidentes definidos;
suporte de primeiro nível definido;
pendências críticas resolvidas;
pendências não críticas registradas.
Para detalhes, consulte Como declarar a implantação concluída [ADICIONAR LINK].
O que evitar
Evite:
iniciar implantação sem escopo claro;
treinar operadores antes de validar dispositivos;
entregar dispositivos sem carga;
iniciar primeiro uso sem dados chegando à plataforma;
configurar muitos cenários de risco no início;
aceitar customizações sem validação;
deixar cliente sem ponto focal;
deixar incidentes sem responsável por tratativa;
ignorar rotina de carga e guarda;
não registrar pendências;
declarar implantação concluída sem primeiro uso validado.
Quando envolver a Dersalis
Envolva a Dersalis quando:
houver dúvida sobre configuração inicial;
o cliente solicitar customização;
dispositivo não conectar após verificações básicas;
dados não chegarem à plataforma;
houver comportamento inesperado na plataforma;
celular corporativo bloquear funcionamento do App Dersalis;
Hexnode apresentar comportamento inesperado;
houver dúvida sobre cenários de risco ou gatilhos;
o projeto envolver requisito fora do padrão;
o parceiro não tiver segurança para liberar o primeiro uso.
Ao acionar a Dersalis, envie:
cliente;
operação;
etapa da implantação;
dispositivo utilizado;
configuração aplicada;
descrição do problema ou dúvida;
testes realizados;
evidências disponíveis;
impacto na implantação;
prazo esperado pelo cliente.
Resultado esperado
Ao seguir este passo a passo, o parceiro deve conduzir a implantação com menos improviso e mais previsibilidade.
A implantação deve resultar em:
escopo claro;
dispositivos funcionando;
monitoramento configurado;
cenários de risco aplicados;
cadastros validados;
usuários orientados;
dados chegando à plataforma;
responsáveis definidos;
primeiro uso validado;
pendências registradas;
suporte inicial preparado.
Próximo passo
Depois de entender o passo a passo geral da implantação, siga para Informações que o parceiro deve coletar do cliente [ADICIONAR LINK] para garantir que os dados necessários sejam reunidos antes da configuração e do primeiro uso.
Resumo
A implantação via parceiro deve ser conduzida em etapas claras.
O parceiro deve confirmar escopo, coletar informações, validar e preparar dispositivos, aplicar a configuração inicial recomendada, testar o fluxo, treinar cliente e operadores, acompanhar o primeiro uso e registrar pendências.
O objetivo é fazer o cliente começar com uma operação simples, funcional e bem orientada.