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Como acompanhar a primeira semana

Acompanhe a primeira semana de uso da Dersalis/BioLink para estabilizar a operação, corrigir dúvidas recorrentes e avaliar ajustes necessários.

Objetivo deste artigo

Este artigo orienta o parceiro sobre como acompanhar a primeira semana de uso da Dersalis/BioLink após o primeiro dia de operação.

Use este guia para identificar problemas recorrentes, reforçar treinamentos, validar a rotina operacional e avaliar se a implantação está pronta para continuidade.

Para a etapa anterior, consulte Checklist do primeiro dia de uso [ADICIONAR LINK].

Regra principal

A primeira semana deve estabilizar o uso da solução antes de qualquer expansão ou customização.

O parceiro deve observar como a operação funciona na prática, corrigir falhas básicas e separar problemas de uso, treinamento, rotina, conectividade, dispositivo, cadastro e configuração.

Nem toda dúvida da primeira semana exige mudança na plataforma.

Objetivos da primeira semana

Durante a primeira semana, o parceiro deve acompanhar se:

  • operadores estão usando os dispositivos corretamente;

  • jornadas estão sendo iniciadas e encerradas;

  • dados estão chegando à plataforma;

  • gestores estão acompanhando a operação;

  • incidentes e alertas estão sendo compreendidos;

  • tratativas estão sendo realizadas, quando aplicável;

  • dispositivos estão sendo carregados e guardados corretamente;

  • dúvidas recorrentes estão sendo resolvidas;

  • pendências críticas foram tratadas;

  • há necessidade real de ajuste ou customização.

1. Acompanhar adesão dos operadores

Acompanhe se os operadores incluídos no escopo inicial estão usando a solução conforme combinado.

Observe:

  • quantos operadores deveriam usar;

  • quantos realmente usaram;

  • quem não iniciou jornada;

  • se houve esquecimento;

  • se houve resistência;

  • se houve dificuldade com o dispositivo;

  • se houve problema de treinamento;

  • se o cliente reforçou a rotina internamente.

Baixa adesão nem sempre é problema técnico. Muitas vezes é falha de comunicação, rotina ou gestão local.

2. Acompanhar uso correto dos dispositivos

Verifique se os sensores ou smartwatches estão sendo usados corretamente durante a jornada.

Observe:

  • dispositivos colocados no local correto;

  • sensores bem ajustados;

  • smartwatches bem posicionados;

  • dispositivos carregados no início do turno;

  • dispositivos devolvidos ao fim do uso;

  • sensores ou aparelhos trocados indevidamente entre operadores;

  • dispositivos com dano ou desconforto relatado;

  • operadores sabendo o que fazer em caso de erro.

Se o uso físico estiver incorreto, corrija com reforço de treinamento antes de revisar configurações da plataforma.

3. Acompanhar rotina de carga e guarda

A rotina de carga e guarda precisa funcionar todos os dias.

Verifique:

  • quem está carregando os dispositivos;

  • onde os dispositivos estão sendo guardados;

  • se os carregadores estão disponíveis;

  • se algum dispositivo ficou descarregado;

  • se houve perda ou troca de equipamento;

  • se dispositivos com problema estão sendo separados;

  • se há controle de entrega e devolução;

  • se a rotina é sustentável para os próximos turnos.

Falhas de bateria e guarda são comuns no início e devem ser corrigidas rapidamente.

4. Acompanhar conexão e chegada de dados

Durante a primeira semana, valide se a operação mantém coleta consistente.

Observe:

  • operadores online, recentes ou offline;

  • tempo sem coleta;

  • desconexões recorrentes;

  • falhas de Bluetooth, quando aplicável;

  • falhas de Wi-Fi ou rede móvel;

  • dados chegando no monitoramento correto;

  • operadores aparecendo corretamente na plataforma;

  • diferenças entre o que aconteceu na operação e o que apareceu no dashboard.

Se houver ausência de dados, investigue primeiro:

  • jornada iniciada;

  • dispositivo carregado;

  • sensor conectado;

  • celular próximo ao sensor, quando aplicável;

  • conectividade;

  • permissões do App Dersalis;

  • cadastro do operador;

  • monitoramento correto.

5. Acompanhar uso da plataforma pelo cliente

O cliente precisa criar o hábito de acompanhar a plataforma.

Verifique:

  • se gestores acessaram a plataforma;

  • se sabem onde visualizar a operação;

  • se entendem status de conectividade;

  • se sabem identificar operadores ativos;

  • se sabem localizar incidentes;

  • se conseguem acompanhar o resumo operacional;

  • se sabem interpretar informações básicas;

  • se sabem quando acionar o parceiro.

Se o cliente não está acessando ou não entende as telas principais, reforce o treinamento do cliente.

6. Acompanhar incidentes e alertas

Durante a primeira semana, observe como incidentes e alertas estão sendo interpretados.

Valide:

  • quais incidentes ocorreram;

  • se o cliente entendeu o significado geral;

  • se o protocolo de resposta foi seguido;

  • se houve tratativa quando necessário;

  • se alertas ao colaborador foram compreendidos;

  • se notificações via WhatsApp chegaram corretamente;

  • se houve alertas ignorados;

  • se houve dúvidas recorrentes sobre algum cenário de risco.

Não altere parâmetros apenas porque houve incidentes. Primeiro confirme se eles foram gerados dentro do esperado e se o cliente entendeu o protocolo.

7. Acompanhar tratativas via WhatsApp, quando aplicável

Se o projeto usar tratativas via WhatsApp, valide o fluxo nos primeiros dias.

Observe:

  • notificações chegando ao número correto;

  • responsáveis respondendo dentro do turno;

  • tratativas registradas;

  • mensagens compreendidas;

  • substitutos definidos em caso de ausência;

  • dúvidas sobre como responder;

  • incidentes sem tratativa;

  • necessidade de reforçar o protocolo.

O WhatsApp é uma funcionalidade padrão disponível na plataforma, mas seu valor depende de responsáveis treinados e disponíveis.

8. Separar problema técnico de problema operacional

Durante a primeira semana, o parceiro deve classificar os problemas corretamente.

Problemas técnicos

Exemplos:

  • app não abre;

  • sensor não conecta após verificações básicas;

  • dados não chegam à plataforma;

  • smartwatch não transmite;

  • WhatsApp não dispara mesmo configurado;

  • plataforma apresenta comportamento inesperado.

Problemas operacionais

Exemplos:

  • operador esqueceu de usar sensor;

  • dispositivo não foi carregado;

  • responsável não acessou a plataforma;

  • tratativa não foi respondida;

  • operador escolheu sensor errado;

  • cliente não definiu substituto;

  • equipe não seguiu rotina de devolução.

Problemas operacionais devem ser tratados com processo, treinamento e alinhamento. Nem sempre exigem suporte avançado.

9. Registrar dúvidas recorrentes

Dúvidas recorrentes indicam onde o treinamento ou processo precisa ser reforçado.

Registre dúvidas sobre:

  • início de jornada;

  • seleção de sensor;

  • ajuste físico do dispositivo;

  • pausa e encerramento;

  • leitura do dashboard;

  • significado de incidentes;

  • tratativas via WhatsApp;

  • rotina de carga;

  • permissões de acesso;

  • quem acionar em caso de problema.

Depois, transforme essas dúvidas em reforço direcionado para operadores, gestores ou pontos focais.

10. Realizar reforço de treinamento, se necessário

Se a primeira semana mostrar dúvidas recorrentes, conduza reforços curtos.

Podem ser necessários reforços para:

  • operadores que não iniciam jornada corretamente;

  • operadores com dificuldade de ajuste do sensor;

  • gestores que não sabem acompanhar a plataforma;

  • responsáveis que não sabem tratar incidentes;

  • equipe de suporte local;

  • responsáveis por carga e guarda.

O reforço deve ser prático e direto. Não precisa repetir todo o treinamento inicial.

11. Avaliar solicitações de ajuste

É comum o cliente pedir ajustes após começar a usar a solução.

Antes de alterar qualquer configuração, avalie:

  • o pedido tem base em uso real?

  • houve dados suficientes?

  • o problema é recorrente?

  • o cliente entendeu o alerta corretamente?

  • o protocolo foi seguido?

  • o problema é de configuração ou de processo?

  • a alteração afetará suporte ou treinamento?

  • a Dersalis precisa validar?

Solicitações em monitoramentos, cenários de risco, gatilhos, intensidades, agravamento ou encerramento devem seguir os artigos Configurações que não devem ser alteradas no início [ADICIONAR LINK] e Quando solicitar customização à Dersalis [ADICIONAR LINK].

12. Revisar pendências abertas

Ao longo da primeira semana, revise todas as pendências.

Para cada pendência, confirme:

  • descrição;

  • responsável;

  • prazo;

  • impacto;

  • status atual;

  • próxima ação;

  • se impede continuidade;

  • se exige apoio da Dersalis.

Pendências críticas devem ser resolvidas antes de considerar a operação estabilizada.

13. Fazer reunião curta de revisão

Ao fim da primeira semana, recomenda-se realizar uma reunião curta com o cliente.

A reunião deve revisar:

  • adesão dos operadores;

  • funcionamento dos dispositivos;

  • chegada de dados;

  • uso da plataforma;

  • incidentes e tratativas;

  • dúvidas recorrentes;

  • pendências;

  • necessidade de reforço de treinamento;

  • eventuais ajustes ou customizações;

  • próximos passos.

O objetivo não é redesenhar a solução. É estabilizar a operação e decidir se ela pode continuar, expandir ou se precisa de correções.

Checklist de acompanhamento da primeira semana

Durante a primeira semana, confirme:

  • operadores estão usando os dispositivos;

  • jornadas estão sendo iniciadas;

  • dados chegam à plataforma;

  • gestores acessam a plataforma;

  • incidentes são compreendidos;

  • tratativas funcionam, quando aplicável;

  • WhatsApp funciona, quando aplicável;

  • rotina de carga e guarda está funcionando;

  • dúvidas recorrentes foram registradas;

  • reforços de treinamento foram realizados quando necessário;

  • pendências críticas foram tratadas;

  • solicitações de customização foram registradas;

  • próximos passos foram definidos.

O que evitar

Evite:

  • abandonar o cliente após o primeiro dia;

  • alterar parâmetros sem entender o problema;

  • tratar falha operacional como falha da plataforma;

  • ignorar baixa adesão;

  • não registrar dúvidas recorrentes;

  • não acompanhar tratativas;

  • deixar dispositivos sem rotina de carga;

  • escalar para a Dersalis sem diagnóstico básico;

  • expandir a operação antes de estabilizar o primeiro grupo;

  • declarar implantação concluída com pendências críticas abertas.

Quando envolver a Dersalis

Envolva a Dersalis quando:

  • dados não chegarem à plataforma após verificações básicas;

  • houver falha técnica persistente;

  • incidentes parecerem incoerentes com a configuração;

  • o cliente solicitar customização;

  • houver dúvida sobre cenários de risco ou gatilhos;

  • tratativas ou WhatsApp não funcionarem após validação;

  • o parceiro não conseguir identificar a causa de problema recorrente;

  • a operação não estabilizar após ajustes básicos.

Ao acionar a Dersalis, envie:

  • cliente;

  • operação;

  • período observado;

  • problema ou solicitação;

  • frequência do problema;

  • dispositivos envolvidos;

  • configuração aplicada;

  • evidências disponíveis;

  • ações já realizadas;

  • impacto na operação;

  • urgência.

Resultado esperado

Ao final da primeira semana, o parceiro deve saber se a operação inicial está estável.

A operação pode ser considerada estável quando:

  • operadores usam os dispositivos corretamente;

  • dados chegam com consistência;

  • gestores acompanham a plataforma;

  • incidentes são compreendidos;

  • tratativas funcionam, quando aplicável;

  • pendências críticas foram resolvidas;

  • dúvidas recorrentes foram tratadas;

  • o cliente sabe como continuar a operação.

Próximo passo

Depois de acompanhar a primeira semana, siga para Como declarar a implantação concluída [ADICIONAR LINK].

Resumo

A primeira semana serve para estabilizar a operação.

O parceiro deve acompanhar adesão, dispositivos, dados, plataforma, incidentes, tratativas, dúvidas e pendências antes de propor expansão ou customização.

A regra é simples: primeiro estabilize, depois ajuste.

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